Wednesday, April 25, 2018

O Rei do Show : um musical incrível

April 25, 2018 4 Comments

De origem humilde e desde a infância sonhando com um mundo mágico, P.T. Barnum (Hugh Jackman) desafia as barreiras sociais se casando com a filha do patrão do pai e dá o pontapé inicial na realização de seu maior desejo abrindo uma espécie de museu de curiosidades. O empreendimento fracassa, mas ele logo vislumbra uma ousada saída: produzir um grande show estrelado por freaks, fraudes, bizarrices e rejeitados de todos os tipos. - By Adoro Cinema


  Título: O Rei do Show (The Greatest Showman)
  Diretor: Michael Gracey
  Produção: Fox Films
  Gênero: Drama, Musical
  País: EUA
  Ano: 2017

  Compre em DVD

Impossível não se emocionar


O Rei do show é um filme que me emocionou do início ao fim. Não apenas por ter uma ótima história, mas pelas imagens maravilhosas que o filme apresenta. Desde o primeiro "ato" o filme nos prende e mostra a que veio. Na primeira cena já temos uma amostra do que podemos esperar durante o filme, muitas cenas incríveis e cheias de emoção.

Para quem é fã de musicais, como eu, O Rei do Show tem tudo. As músicas são inesquecíveis, não é atoa que o filme foi indicado ao prêmio de melhor canção original. Além disso, a fotografia do filme proporciona momentos mágicos e cheios de emoção.

Rejeição e preconceito

O filme não é apenas momentos bonitos no circo, mas ele trata de assuntos muito reais como a rejeição a quem é diferente. Além do preconceito contra aquilo e quem não conhecemos.
Os personagens são estrelas quando se trata do picadeiro, mas renegados quando estão fora dele. Isso é tratado no filme de uma maneira muito simples e crua. Nos faz refletir sobre o quanto julgamos as pessoas quando nos convém, ou quando estamos em uma situação privilegiada.

Sobre musicais

A música, em geral, sempre teve um grande efeito em mim. Foi por causa de musicais que eu decidi fazer faculdade de música, mais precisamente compositores como Alan Menken me influenciaram muito. Musicais, quando bem feitos, tem um poder muito grande e muito maior do que outros filmes quando se trata em tocar o público. O Rei do Show faz isso com maestria.
Sempre que há um novo musical, antes de assisti-lo de fato, eu procuro ouvir a trilha sonora completa. Procuro conhecer todas as músicas e ver se elas conversam, tento entender o modo que elas contam a história. Após isso, se for do meu interesse, assisto o filme ou a peça completa.


O Rei do Show é um filme que sei que assistirei mil vezes e não cansarei de cantar junto. Sei que não importa quantas vezes eu assista continuará emocionante. E vocês, já assistiram?

Monday, April 23, 2018

Jogos Vorazes - Suzanne Collins [Resenha]

April 23, 2018 8 Comments


Jogos Vorazes

Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela capital. Uma das formas com que demonstra seu poder sobre o resto do carente país é com os Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte!



  Título: Jogos Vorazes (Hunger Games)

  Autor: Suzanne Collins

  Editora: Rocco

  Páginas: 400

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Que os Jogos comecem

A saga Jogos Vorazes foi uma de minhas leituras favoritas da vida e, portanto, não podia faltar no blog. É um livro muito inteligente. Infelizmente, não gostei muito da versão traduzida, pois acho que alguns termos não ficaram bem traduzidos.

Katniss Everdeen é uma garota inteligente de 17 anos que, após a morte de seu pai, cuida de sua mãe e irmã do melhor modo possível. Como vivem no distrito mais longínquo, não recebem muita atenção da Capital, que é responsável pelo abastecimento dos distritos. Pessoalmente, gosto muito de personagens fortes. Katniss não é uma garotinha sensível e sonhadora, ela é madura e disposta a tudo para proteger àqueles que ama.

Uma vez por ano meninos e meninas de doze a dezoito anos devem inscreverem-se para os Jogos vorazes. No dia da chamada "Colheita" Katniss e sua irmã de doze anos Prim estão com seus nomes inscritos e aguardam o sorteio. Quando o nome de Prim é escolhido, Katniss voluntaria-se para ir aos Jogos em seu lugar. Este sacrifício de Katniss é um dos pontos fortes do livro e mostra como ela está disposta a proteger e sacrificar-se por sua irmã.


A narração do livro é feita em primeira pessoa e isso nos aproxima muito da personagem principal. Portanto, conhecemos todos os medos de Katniss. Já falei aqui o quanto gosto de livros assim. Naturalmente, os jogos é a melhor parte do livro e é impossível respirar enquanto Katniss passa dias e noites sempre atenta ao perigo da proximidade de outros tributos.

Conforme vamos nos envolvendo com todos os personagens, é impossível não tornar nossos os problemas de Katniss. Afinal, ela é uma personagem apaixonante, real e extraordinária. Além disso, o livro nos trás diversas reflexões sobre como seria viver em um mundo de escasses. Onde somos forçados a baixar a cabeça para um governo opressor. Assim como outras distopias, nos faz questionar se nosso mundo poderia chegar a isso algum dia.

Como disse antes, não fiquei 100% satisfeita com a tradução, mas a história é fascinante. E vocês, Já leram? Leiam a resenha de: Em Chamas

Thursday, April 19, 2018

A Última música - Nicholas Sparks [Resenha]

April 19, 2018 10 Comments

A Última Música

Aos dezessete anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virada de cabeça para baixo, quando seus pais se divorciaram e seu pai decide ir morar na praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente do pai. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor para os filhos passarem as férias de verão com ele na Carolina do Norte.
O pai de Ronnie, ex-pianista, vive uma vida tranquila na cidade costeira, absorto na criação de uma obra de arte que será a peça central da igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer tentativa de aproximação dele e ameaça voltar para Nova York antes do verão acabar. É quando Ronnie conhece Will, o garoto mais popular da cidade, e conforme vai baixando a guarda, começa a apaixonar-se profundamente por ele, abrindo-se para uma nova experiência que lhe proporcionará uma imensa felicidade - e dor - jamais sentida.


  Título: A Última Música (The Last song)
  Autor: Nicholas Sparks
  Editora: Grand Central Publishing (Lido em Inglês)
  Páginas: 400
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Começando com o pé esquerdo

Inicialmente, gostaria de dizer que este livro foi meu primeiro contato com o autor Nicholas Sparks. Nunca havia lido nenhum livro dele. Pessoalmente, tive diversas experiências com o livro, algumas negativas e outras mega positivas.
A princípio, comecei lendo a versão em eBook do livro em Português. Porém, me decepcionei muito com a tradução de Danilo Vilela Bandeira. Erros imperdoáveis de tradução. Como eu disse, eu li o livro digital, não sei se esses erros estão presentes na versão impressa. De qualquer modo, fui obrigada a abandonar o livro em português. Abandonei no capítulo 19, onde, se alguém quiser procurar, se encontra a maior concentração de erros. Como estava muito interessada na história, procurei o livro no idioma original.
Ronnie é uma adolescente que nutre uma grande raiva por seu pai, Steve, por ele ter abandonado sua mãe, ela e seu irmão para seguir a carreira de pianista. Após três anos sem falar com ele, Ronnie é obrigada por sua mãe a ir visitá-lo e passar o verão em sua casa de Praia em Wrightsville.
Mesmo contrariada, Ronnie aceita. Então, ela e seu irmão viajam para Carolina do Norte. Ao chegar, Ronnie acredita que não há nada ali para ela, mas ela faz amigos e descobre uma nova paixão, além de conhecer melhor o homem de quem ela fugiu tanto nos últimos anos.
Às vezes é preciso se afastar das pessoas que você ama, mas isso não quer dizer que você os ama menos, às vezes, você os ama ainda mais... - Steve Miller
Apesar de todos considerarem A Última Música apenas como um romance, eu acredito que ele é muito mais. Ele não é um livro apenas sobre Ronnie e o amor de sua vida. Ele é um livro sobre fé, desafios, a busca por respostas em algo maior e acima de tudo amor, não apenas entre namorados, mas amor de um modo geral.
Esse livro me tocou profundamente, com certeza vou procurar mais livros do autor. Infelizmente tive essa experiência ruim com a tradução, mas foi o único livro em minha vida que senti isso tão evidente e percebi que algumas pessoas tiveram essa mesma experiências em alguns trechos. E vocês, já leram?
Não esqueçam de deixar um comentário sobre sua experiência também.
Beijos!!

Tuesday, April 17, 2018

Mr Robot - Hackers com uma pitada de Clube da Luta

April 17, 2018 0 Comments

Mr Robot: Elliot (Rami Malek) é um jovem programador que trabalha como engenheiro de segurança virtual durante o dia, e como hacker vigilante durante a noite. Elliot se vê numa encruzilhada quando o líder (Christian Slater) de um misterioso grupo de hacker o recruta para destruir a firma que ele é pago para proteger. Motivado pelas suas crenças pessoais, ele luta para resistir à chance de destruir os CEOs da multinacional que ele acredita estarem controlando - e destruindo - o mundo. - by Adoro Cinema

Criado por: Sam Esmail (2015)
Gênero: Drama, Suspense
País: EUA
Temporadas: 4

Mr Robot - Hackers anti-heróis

Mr Robot é uma série Americana sobre um grupo de hackers tentando derrubar a maior multinacional dos Estados Unidos. Resumiu bem? Sim, mas na verdade é muito mais do que isso. Na série, somos apresentados a Elliot. Um rapaz desajeitado que podemos considerar muito anti-social.
Elliot trabalha para a empresa All-Safe, onde ele protege empresas contra ataques virtuais. Porém, seu passatempo favorito é hackear pessoas e descobrir seus segredos. Ele, então, conhece Mr Robot. Líder de um grupo de hackers que tem como objetivo principal derrubar o maior monopólio financeiro do país, a empresa E-corp. Mr Robot acredita que com o acesso de Elliot dentro da All-Safe eles podem quebrar a multinacional, salvando o mundo de sua tirania monetária.

O Silencioso amigo imaginário

A série é narrada pelo personagem principal, Elliot. Ele trata o espectador como seu amigo imaginário, conversando conosco e nos inteirando de sua história e problemas pessoais. Portanto, temos um acesso privilegiado a todos os pensamentos do personagem principal.
Elliot é uma pessoa problemática. Ele vive sozinho e se sente extremamente só. O fato de possuir poucas habilidades sociais e não entender certos aspectos da socialização apenas agravam este problema. Além disso, o personagem usa morfina como um meio de acabar com a dor da solidão. Enfim, é um personagem que temos vontade de ajudar e entender.
Primeiramente, a série te faz pensar. Eu me peguei frequentemente imaginando como nós somos escravos de grandes corporações e empresas que controlam tudo que fazemos e como nos comportamos. Assim como somos alvos constantes de propagandas que incentivam o consumo desenfreado. Nos fazendo querer coisas que, na verdade, não precisamos.
Como resultado, Mr Robot te faz imaginar um mundo onde isso não acontece. Onde não há monopólios e o dinheiro não é a coisa mais importante do mundo. Para mim, parece impossível, e para você?

Comparação com Clube da Luta

Da mesma forma que em "Clube da Luta" o objetivo do personagem é acabar com o registro de créditos e criar um mundo que não gira em torno do dinheiro, Mr Robot procura salvar a sociedade da tirania das grandes corporações.
Em Conclusão, é uma série que vale a pena ser assistida e analizada. Pois trás diversos questionamentos. Além de tratar de assuntos pesados com um olhar extremamente crítico. Mr Robot é uma série pouco divulgada, talvez por não estar no Netflix, mas que merece seu lugar. Enfim, recomendo muito!
E vocês? Já assistiram?

Thursday, April 12, 2018

Aconteceu em Paris - Molly Hopkins [Resenha]

April 12, 2018 12 Comments
Aconteceu em Paris: Evie Dexter quer fazer carreira como guia de turismo. Determinada como é, e cheia de coragem por causa de um ou outro drink, ela logo começa a "melhorar" seu currículo. E consegue um ótimo emprego: acompanhar turistas por toda Paris. Agora é só uma questão de se firmar como profissional demonstrando o seu melhor. Mas os vinhos franceses são tão gostosos... E seu tutor, Rob, é bonito demais!

  
  Título: Aconteceu em Paris (It Happened in Paris)
  Autor: Molly Hopkins
  Editora: Novo Conceito
  Páginas: 480
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Aconteceu um abandono

Como vocês podem ler, a sinopse de Aconteceu em Paris é bem cativante e a capa nos promete um ótimo romance. Infelizmente, não é isso que o livro contém. Admito que até um tempo atrás não lia nada do gênero. Achava que não iria me interessar, mas comecei a ler alguns romances de diversos autores e fui gostando.
Mas o livro não é um romance, é um chick-lit. Um gênero que já tinha me dado algumas dores de cabeça com "O Diabo veste Prada", o único livro que eu havia abandonado na vida, até agora.
Aconteceu em Paris começa nos apresentando à protagonista, Evie. Uma mulher desempregada que gasta seu dinheiro apenas em diversão, principalmente bebidas. Ela quer aproveitar a vida sem compromisso e responsabilidades. Quando percebe que seu dinheiro está acabando e precisa arrumar um emprego logo pensa em virar Guia Turística para ser paga para viajar, conhecer e aproveitar outros países.
Após mentir em seu currículo, Evie consegue uma entrevista. Por sorte, sua entrevistadora está de ressaca e acaba cochilando no meio da entrevista, garantindo à ela o emprego de guia em Paris. Mas ela não conhece nada sobre Paris!!
Peguei meu guia de Paris da bolsa e folheei as páginas, tentando decorar o máximo de fatos e informações que pudesse. Estava agitada, nervosa e com as palmas das mãos suadas. Eu queria aquele emprego. O problema é que não poderia ser eu mesma. Certamente essa era a última pessoa que eu deveria ser, porque eu não teria nenhuma chance de conseguir esse emprego.
Evie viaja para a França sem documentos, conhece o motorista gato Rob e faz com que ele gaste horrores em maquiagem para ela, já que ela esqueceu a carteira em casa, e mente tudo que pode sobre Paris para os turistas.
Conclusão, abandonei o livro e não tenho vontade de continuar. Não consegui gostar de nenhum personagem criado pela autora, todos são muito superficiais e egocêntricos. Com exceção de Rob, que é um bobão pela Evie e faz tudo que ela quer. Me fazendo sentir muita raiva de como ela se aproveita da nobreza do rapaz.
É claro que vou continuar dando chances para o gênero Chick-lit, mas não tenho intensão de ler qualquer outro livro da autora e já deletei esse eBook do meu Lev.
Quero saber a opinião de vocês! Já leram o livro? O que acharam?
Beijos!

Tuesday, April 10, 2018

Um dia de cada vez - Courtney C. Stevens [Resenha]

April 10, 2018 2 Comments
Sinopse: Alexi Littrell era uma adolescente normal até que, em uma noite de verão, sua vida é devastada. Envergonhada, a menina começa a se arranhar e a contar compulsivamente em uma tentativa de fazer a dor física se sobrepor ao sofrimento que passou a esconder de todos. Ela só consegue sobreviver ao terceiro ano do ensino médio graças às letras de música que um desconhecido escreve em sua carteira. As canções parecem adivinhar o que o coração de Alexi está sentindo.
Bodee Lennox nunca foi um adolescente normal, mas agora é o menino que teve a mãe assassinada pelo pai. Em seguida, ele vai morar com os Littrell, e Alexi acaba descobrindo que o Garoto Ki-Suco, o quieto e desajeitado menino de cabelos coloridos, pode ser um ótimo amigo.


  Título: Um Dia de cada vez (Faking Normal)
  Autor: Courtney C. Stevens
  Editora: Suma de Letras
  Páginas: 231

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Cada vez mais impactante

Se tem uma palavra para descrever Um Dia de cada vez é: Lindo. Um dia de cada vez é um livro extremamente tocante. Você se sente amigo dos personagens e se envolve totalmente ao longo da história. Que conta com alguns temas pesados, mas que são tratados de uma maneira leve e cuidadosa.
A história é contada em primeira pessoa por Alexi. Uma garota com um grande e profundo segredo tentando lidar com tudo que aconteceu em sua vida no último verão. O livro começa durante o enterro da mãe de Bodee, um garoto calado com cabelos coloridos que Alexi não conhece além da sala de aula. A mãe de Bodee foi morta pelo pai e, por não ter com quem ficar além do irmão, Bodee acaba passando um tempo na casa de Alexi.
Vestido preto de funeral. Sapatos pretos de salto alto. Faixa preta no cabelo. A morte tem seu estilo. Fico feliz por não ter que usá-lo com muita frequência.
Um dia de cada vez é um livro muito emocional, o qual não tenho palavras para descrever o quanto gostei. A escrita da autora é simples e fluida, o que me fez devorar o livro em poucos dias. O livro trata sobre amizade de verdade, simples assim. Além de falar sobre apoio, traumas e superação.
É engraçado como as coisas que você não gosta são as coisas que você sente falta quando somem.
A medida que a amizade de Alexi e Bodee, que antes era apenas o Garoto Ki-suco por causa de seus cabelos coloridos, vai crescendo ele se torna seu porto seguro. Alguém tão danificado quanto ela e com traumas a superar que promete protegê-la de todos que tentarem machucá-la, mesmo se for ela mesma.
- Você não olhava muito para mim antes de minha mãe morrer. - Ele suspira.
- Sinto muito - A verdade dessa declaração dói, mas ele balança a cabeça como se não fosse nada de mais.
Me senti muito próxima de todos os personagens. Às vezes eu só queria atravessar as páginas para abraçá-los bem forte. Às vezes também para abrir os olhos de Alexi e tentar ajudá-la com seus demônios. Bodee faz muito bem esse papel, se transformando em um personagem apaixonante.
Seja o chão duro e um saco de dormir ou um closet e unhas que arranham, as coisas conhecidas nos acalmam como um milk-shake deslizando pela garganta irritada.
Estou curtindo muito ler livros assim ultimamente. Que tratam de problemas verdadeiros e temas fortes. Principalmente quando são tratados de uma maneira tão simples que nos aproxima totalmente dos personagens e nós tocam com a história. Com certeza lerei mais livros da autora.
Espero que tenham gostado da resenha. Não esqueçam de comentar.
Beijos!!!

Friday, April 6, 2018

Dunkirk : Crítica ao filme

April 06, 2018 8 Comments
Sinópse:  Na Operação Dínamo, mais conhecida como a Evacuação de Dunquerque, soldados aliados da Bélgica, do Império Britânico e da França são rodeados pelo exército alemão e devem ser resgatados durante uma feroz batalha no início da Segunda Guerra Mundial. A história acompanha três momentos distintos: uma hora de confronto no céu, onde o piloto Farrier (Tom Hardy) precisa destruir um avião inimigo, um dia inteiro em alto mar, onde o civil britânico Dawson (Mark Rylance) leva seu barco de passeio para ajudar a resgatar o exército de seu país, e uma semana na praia, onde o jovem soldado Tommy (Fionn Whitehead) busca escapar a qualquer preço. - por Adoro cinema

  Título: Dunkirk (Dunkirk)
  Direção: Christopher Nolan
  Gênero: Guerra, Histórico, Drama
  Distribuição: Warner Bros. Pictures
  Ano: 2017
  País: EUA, França, Reino Unido, Holanda

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Dunkirk - Muito nada em um único filme

Dunkirk é um filme que eu assisti sem nenhuma expectativa e por isso não me decepcionei. Achei o filme muito bonito, a fotografia é maravilhosa e a trilha é muito impactante. Nas cenas de ação, que para mim foram poucas, o trabalho de câmera é ótimo e você se sente dentro do filme. Porém, infelizmente, o filme não conseguiu me prender como deveria.
Christopher Nolan dividiu o filme em três momentos. Um em terra, que teve a duração de uma semana. Um na água, que teve a duração de um dia. Um no ar, que teve a duração de uma hora. Não concordei com o filme ter ganho o Oscar de melhor montagem, pois foi muito confusa a troca de cenas.
Dunkirk também tem pouquíssimos diálogos, quase nenhum, criando momentos longos de absolutamente nada. O filme parece ser muito mais longo do que realmente é. Não abandonei o filme na metade por ter apenas 1 hora e 46 minutos.
Não há muito mais que eu possa falar sobre Dunkirk. Não há muito filme. As cenas são paradas, os diálogos são monótonos e as cenas de ação são escassas. Não é um filme que eu assistiria, não fosse pelo desafio.
E vocês, já assistiram? Beijos!

Wednesday, April 4, 2018

A Última Vampira - Whitley Strieber [Resenha]

April 04, 2018 1 Comments
Sinópse: Seu nome é Miriam Blaylock, a vampira mais sedutora e perspicaz que a literatura já conheceu. A única desta raça que vive como qualquer ser humano, jamais se escondendo. Por séculos ela viajou o mundo sem ser reconhecida, levando uma vida completamente normal, gozando dos prazeres da vida eterna sem nada para atrapalhar. Mas agora essa terrivelmente bela criatura virou a obsessão desse caçador de vampiros. Ele percorrera o mundo todo atrás dela e só considerara sua missão completamente finalizada quando conseguir exterminá-la.



Título: A Última vampira (The Last vampire)
Autor: Whitley Strieber
Editora: Ediouro
Páginas: 416

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A Última de sua espécie

Infelizmente, quando comprei A Última vampira eu não sabia que se tratava do segundo livro da série "Fome de viver". Porém, isso não me impediu de ter uma ótima leitura nem de entender o rumo da história. Consegui os outros livros da série apenas no idioma original e em ebook. Entretanto, o autor altera um pouco a história entre um livro e outro, fazendo com que não pareça uma série. A última vampira trás uma nova versão para a origem de uma de minhas lendas favoritas.
Os vampiros foram os primeiros seres "humanoides" da terra e alimentavam-se dos animais. Os animais foram evoluindo e chegaram os primeiros humanos. Esse animal diferente era delicioso para os vampiros e estes decidiram criá-los e reproduzi-los para não precisarem caçar. Aos poucos os vampiros descobriram que os humanos estavam se tornando seres inteligentes e isso dava ao sangue um efeito cada vez melhor. Então, decidiram que deixariam e ajudariam os humanos a criarem suas cidades e sua sociedade.
Era engraçado e bonitinho ver suas criaturas fazendo aquilo. Durante muito tempo os vampiros viveram nas cidades criadas pelos humanos. Eles eram faraós, imperadores, reis e rainhas, recebiam sacrifícios e eram sempre saciados. Até que um dia, os humanos começaram a temê-los e perceberam sua ameaça. Foram surgindo os primeiros caçadores e os vampiros foram forçados a viver escondendo sua verdadeira forma. Hoje, Miriam acredita ser a última de sua espécie e precisa desesperadamente procurar por outros enquanto é caçada incessantemente.
Simplesmente amei muito A Última vampira. Os vampiros reproduzem-se normalmente através do sexo (com outros vampiros) e não da mordida como em outros contos. O sangue de um vampiro torna as pessoas imortais, mas elas não são vampiros. Elas deterioram-se se não beberem sangue e nunca morrem. Preparem-se para muitos detalhes picantes (Muitos mesmo!), e para uma história de tirar o fôlego.
Apesar de eu não curtir nem um pouco o gênero hot, as cenas picantes do livro não me incomodaram. Na verdade achei elas necessárias para dar aquele ar de poder sexy aos vampiros. Miriam não tem preferência sexual e se relaciona tanto com homens quanto mulheres. Apesar de estar a procura de um macho de sua espécie, ela se relaciona e gosta muito da companhia de humanos.
Miriam adquirira o hábito de arranjar amantes humanos porque estava só e eles eram satisfatórios, e o envolvimento emocional não era grande. Você encontrava um macho bonito ou uma fêmea doce e sensual - o sexo não importava para Miriam, ambos tinham seus encantos - que então seduzia com delicadeza, com suavidade, fazendo carícias com os olhos e com a mão vagarosa. Então fazia-os adormecer com hipnose, abria suas veias e enchia-as com seu próprio sangue, e a mágica acontecia; Eles continuavam jovens durante muitos e muitos anos. Você lhes dizia que os tinha tornado imortais, e eles o seguiam feito cachorrinhos.
É um livro muito envolvente para quem, como eu, é um grande fã da lenda dos vampiros. A última vampira é o livro mais diferente que já li no assunto e o que mais gostei de ler. É muito difícil de achá-lo, por ser um livro antigo e não ter edições novas, mas vale muito a pena conferir.
E vocês, já leram?
Beijos!!

Monday, April 2, 2018

Dark: Uma série sombria de tirar o fôlego

April 02, 2018 8 Comments
Sobre Dark: A história acompanha quatro diferentes famílias que vivem em uma pequena cidade alemã. Suas vidas pacatas são completamente atormentadas quando duas crianças desaparecem misteriosamente e os segredos obscuros das suas famílias começam a ser desvendados. - por Adoro Cinema

Criado por: Baran bo Odar, Jantje Friese (2017)
Gênero: Drama, ficção científica, suspense
País: Alemanha
Temporadas: 2

Dark: mistério atrás de mistério


Oi Foxes! Hoje venho falar dessa série Alemã que me prendeu desde o primeiro capítulo. Não é segredo que eu sou mega viciada em séries, tanto que criei essa categoria para falar sobre elas com vocês. Já cheguei a assistir 24 séries ao mesmo tempo. Sério! Enfim, eu disse chega. Dei um tempinho em todas as séries que estava assistindo e decidi virar monotask. Ou seja, assistir uma coisa de cada vez.
Com o Netflix nossa vida ainda fica mais fácil. É só sentar no sofá ou deitar na cama e maratonar como se não houvesse amanhã. Quem aí nunca começou uma série a noite e pela manhã já tinha acabado sem ver o tempo passar? É isso que aconteceu quando eu comecei Dark.
Dark é a primeira produção original alemã do Netflix. Foi a primeira série alemã que eu assisti em minha vida e confesso que fiquei curiosa para assistir outras. Como o nome já diz, a série é bem sombria. Ela se passa em 2019, mas também há momentos em 1986 e 1953. Isso torna o enredo totalmente envolvente porque, afinal, se você espirrar e fechar os olhos você pode perder algo super importante.
Todos os personagens são importantes para a trama. Se você for bom com rostos e nomes vai se dar bem para entender a série. É muito importante lembrar dos personagens, são em torno de 32. Até mesmo aqueles que você não deu muita bola podem ser essenciais para a trama. Como as cenas se passam em épocas diversas, alguns personagens são interpretados por mais de um ator. Portanto, é importante ficar ligado nas relações dos personagens tanto no passado quanto no presente.
Como eu sou viciada em mistérios e ficção científica, não foi difícil entender Dark. Tanto que matei o enredo em quatro ou cinco episódios. Ouvi muitos comentários de pessoas que decidiram não maratonar pois precisavam de um tempo para digerir cada episódio por conta da atmosfera pesada. Para mim foi ao contrário. Por conter episódios pesados achei muito mais tranquilo maratonar a série. Afinal, tudo estava bem fresquinho em minha mente quando assistia ao novo episódio.
Os episódios são longos, chegando a ter até uma hora cada um. Porém, devido a trama ser extremamente cativante, o tempo passa e você não sente. Como eu disse antes, tem que ficar ligado para não perder nada importante. Não é uma série leve, precisa ser assistida com atenção e nos leva a refletir muito a cada episódio e não, não é parecida com Stranger Things e não há como fazer uma comparação.
Se você, como eu, gosta de investigar e resolver mistérios, no final de cada episódio é bom dar uma pausa e pensar sobre o que você assistiu. Deixe o seu cérebro fazer as conexões e refletir um pouco. Repito, não é difícil de entender a série para quem curte o gênero.
E vocês, já assistiram?
Beijos!!